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5 Boas Práticas para Implementar um Projeto de Automação Industrial

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Automatizar processos industriais é facilitar processos e tornar a produção eficiente. As várias vantagens de uma planta pouco dependente de processos manuais faz com que esta seja uma migração natural. Desde o início, com os primeiros teares mecânicos e máquinas a vapor, os grandes saltos na produção industrial vieram junto com novas tecnologias de automação. A indústria 4.0, a nova etapa de produção que a indústria aos poucos está incorporando, levou a competitividade das empresas.

Mas para que tudo funcione bem, é preciso seguir algumas “regras de ouro”. Além das regulamentações oficiais, como NR 12 e NR 10, algumas boas práticas são fundamentais para que um projeto de automação realmente cumpra seu papel e torne sua empresa mais eficiente.

 

1 – Foco nas especificações do projeto de automação

Quando uma equipe de engenharia foge às especificações e objetivos do projeto, em geral, é porque precisa cortar custos. O problema é que na maioria das vezes isso acontece depois que mais de 50% dos trabalhos estão feitos, e a automação já está numa fase crítica. Neste ponto, tentar criar atalhos e cortar arestas pode fazer com que o projeto não atenda os seus objetivos iniciais. Seria como projetar um carro de corrida e, ao final, ter o carro pronto mas apenas metade do motor. Ou seja, o resultado final não entrega tudo que foi planejado.

Ao invés de preservar a integridade do sistema desenhado, muitos gerentes de projeto tentam apenas entregar o projeto de automação industrial o mais rápido possível. Seja na implantação de um software para gerenciamento de processos ou na instalação de novas células robóticas na linha de produção, criar atalhos sacrifica parte dos objetivos e a possibilidade de atingir a capacidade máxima do projeto.

Ao final, a empresa terá uma chance perdida de reduzir custos e melhorar a performance de sua planta.

 

2 – Seja realista

Ser realista começa já na prancheta (provavelmente na tela de um computador ou tablet de projeto) e nas estimativas de custo. Ter um orçamento realista, um calendário de trabalho factível e um escopo de atividades viável, são fatores essenciais para que o projeto não saia de controle e se torne uma dor de cabeça(caro, difícil de gerenciar e imprevisível).

Em geral, os orçamentos têm uma boa dose de estimativa não oficial (não baseada em orçamentos formais de fornecedores). Os calendários tendem a ser sempre mais otimistas do que a realidade. A boa prática diz que os custos devem ser calculados com base em orçamentos reais o máximo possível, e o calendário deve ser dividido em fases que possam ter seu tempo de execução estimadas com alguma precisão.

Ter uma empresa parceira de automação capacitada e experiente em mãos ajuda e muito a fazer um projeto com estimativas realistas e confiáveis.

+ Leia mais: Colocando a Indústria 4.0 na sua fábrica.

 

3 – Tenha cuidado redobrado com os periféricos e conexões

Em qualquer sistema de controle, é essencial determinar todas as conexões do sistema antes da fase de execução. Tanto o cabeamento de energia como de sinais e comunicações devem estar todos com conexões bem definidas e identificadas.

É importante prestar atenção redobrada aos detalhes durante a fase de planejamento e concepção. Nessa etapa, não apenas os engenheiros de controle devem determinar o projeto, mas toda a equipe.

+ Leia mais: 30 Pontos essenciais sobre painéis de controle e CCMs.

 

4 – Mais do que a tecnologia, se trata do conhecimento

Existem várias ferramentas e tecnologias sofisticadas e úteis disponíveis. Mas “ter” não significa “operar”, necessariamente. Esta é uma regra de ouro. Mais do que equipamentos modernos à disposição, é preciso ter um propósito correto e o conhecimento para utilizá-lo. Basicamente, isto quer dizer possuir pessoal qualificado e adequadamente treinado. Ter um propósito correto significa saber usar a tecnologia a seu favor e tirar o máximo proveito dela.

É importante lembrar disso, pois ainda é muito comum que empresas tenham em seus quadros pessoas que não fazem parte da geração digital ou que tenham dificuldades para se adaptar rapidamente. Assumir que os trabalhadores vão “dar um jeito” não é uma opção. É preciso garantir, por meio de treinamento e qualificação constante, que as equipes da empresa são preparadas.

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5 – Saber lidar com o fator humano

Apesar de a automação industrial desenvolver projetos que diminuem a quantidade de intervenção humana, engana-se quem acha que as pessoas são menos importantes. Na verdade, gerenciar a variável humana costuma ser uma das coisas mais desafiadoras num projeto de automação.

Problemas de comunicação, divergência no entendimento de processos e regras, entregas fora do prazo e incompletas. São diversas as razões para saber lidar com as pessoas. Nesse sentido, ter uma empresa parceira que faça todo o trabalho de automação industrial é uma solução interessante. Se for um projeto “in-house”, é preciso encontrar as pessoas corretas, aqueles profissionais que sabem gerir as pessoas e dirigir o relacionamento das pessoas dentro da empresa.

Essas 5 boas práticas são fundamentais para que o projeto de automação industrial seja bem sucedido.

A Fersiltec é uma empresa que reúne todas essas práticas. Além da experiência e capacitação de seu time de engenharia, prezamos por seguir os melhores procedimentos e que conhecemos como desenvolver o projeto ideal para cada cliente. Entre em contato conosco e saiba mais.

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