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Papel do cientista de dados na indústria do futuro

Considerando os impactos que as revoluções industriais trouxeram fica mais claro observar que no início do século XXI, estamos passando por uma nova revolução industrial: a Revolução 4.0 ou Indústria 4.0

Dessa forma, os impactos são causados principalmente pela inteligência artificial, internet das coisas, tecnologia 5G e robótica. 

Essas novas tecnologias trazem benefícios impressionantes à indústria, como, por exemplo, otimização e automação de processos, melhores condições de trabalho, maior sustentabilidade e dados em tempo real. 

Com isso, novos profissionais são cada vez mais requisitados, como é o caso do cientista de dados. 

 

O que faz um cientista de dados?

O cientista de dados é um profissional com conhecimento em estatística, computação, programação e negócios, capaz de extrair e interpretar dados para apresentá-los de forma amigável para os tomadores de decisões das empresas. 

Cientista de dados

Seu papel na indústria consiste em identificar e compreender problemas de negócio, coletar e transformar dados relativos a estes problemas, criar modelos de simulação para prever comportamentos futuros e entregar resultados que agreguem valor estratégico para a empresa.

 

+Leia: Automação robótica é uma opção para a minha fábrica?

 

Em que áreas o cientista de dados atua?

Se há geração de dados na atividade e eles podem ser coletados, então o cientista de dados pode atuar nesta atividade. Destacam-se as áreas de varejo, telecomunicações, saúde, financeira e indústrial. 

Com a crescente geração de dados, a tendência é de cada vez mais áreas abraçarem a atuação dos cientistas de dados para resolução de problemas complexos.

 

 

Como o cientista de dados vai atuar na indústria do futuro?

A Indústria 4.0 integrará tecnologias disruptivas para tornar as fábricas inteligentes. Segundo o Boston Consulting Group, existem nove pilares para a Indústria 4.0:

  1. Big Data: refere-se à coleta e análise de grandes volumes de dados, que podem indicar ineficiências e gargalos de produção, além de oportunidades de otimização;
  2. Robôs autônomos: capazes de operar sem supervisão humana, alavancam a produtividade;
  3. Computação em nuvem: permite redução com investimentos em hardware, infraestrutura e equipe de TI;
  4. Internet das Coisas: comunicação entre máquinas e dispositivos para antecipar erros e impulsionar performance;
  5. Simulação: modelagem digital de condições reais para prever falhas e testar mudanças em processos;
  6. Sistema de integração horizontal e vertical: conectam as diversas fases da cadeia de valor e níveis hierárquicos;
  7. Segurança cibernética: os dados gerados são fontes de alto valor e precisam estar seguros para que não haja vazamento de informações;
  8. Manufatura aditiva: permite a fabricação de peças complexas e customizadas de forma eficiente;
  9. Realidade aumentada: facilita a operação de máquinas e serviços de manutenção através da sobreposição de objetos virtuais aos reais com auxílio de óculos de realidade aumentada.

Todos estes nove pilares serão direta ou indiretamente afetados pela atuação do cientista de dados. O Big Data, por exemplo, é a fonte de informações para o cientista de dados apresentar soluções para a empresa, como a utilização de robôs autônomos e Internet das Coisas. 

Estes, por sua vez, precisam de dados históricos de fabricação bem tratados e analisados, para que o cientista de dados possa criar previsões de seus comportamentos no futuro através de simulações. Assim, fica evidente o importante papel do cientista de dados na indústria do futuro.

 

 

Automação industrial é o futuro

Máquinas reconhecendo demanda de mercado em tempo real e alterando sua produtividade automaticamente conforme oscilações na demanda; máquinas solicitando abastecimento de matéria prima ao verificar níveis baixos de insumos; robôs transferindo produtos acabados ao depósito após receber sinal de finalização de lote em uma célula de produção; dispositivos solicitando reparos diretamente à área de manutenção; robôs efetuando compra de peças de reposição imediatamente após máquinas identificarem falhas em seus componentes. 

Isso (e muito mais) representa o futuro da indústria automatizada e alinhada com as práticas da Indústria 4.0. Os níveis de produtividade e redução de custos industriais irão alcançar um patamar muito mais elevado.

Dessa forma, haverá cada vez menos espaço para fábricas não automatizadas permanecerem competitivas no mercado.

 

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Fersiltec: especialista em automação industrial 

Desde o projeto até a implementação da automação industrial, a Fersiltec oferece soluções para tornar sua fábrica interconectada e inteligente

O sistema supervisório da Fersiltec permite o registro e o controle de dados de forma robusta para as tomadas de decisões. 

Além disso, os braços robóticos da Fersiltec, o Aubo i5 e o Aubo i10, agregam agilidade e confiabilidade à linha de produção, fazendo o investimento se pagar em até um ano. 

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